
| 
| 
*BENEFÍCIOS PARA O CORPO DA MULHER* Aumenta a sua auto-estima. Corrige a postura. Afina a cintura. Prepara o seu corpo para o parto auxiliando tanto a mãe como o bebê. Melhora a respiração por ser um exercício aeróbico. Trabalha toda musculatura do corpo, beneficiando que a pratica, pois seus músculos ficam alongados Tonificados e elásticos. Diminui o stress e as tensões musculares do dia a dia. Tonifica e desenvolve os músculos da perna, principalmente coxas e glúteos. A prática da dança do ventre realiza uma verdadeira massagem nos órgãos internos, eliminando as cólicas menstruais e atenuando os efeitos da TPM. Deixa a mulher muito mais feminina, sensual, com uma sutileza e delicadeza indescritíveis. *GRAVIDEZ* Durante o período de gestação a mulher fica mais sensível aos problemas de saúde tanto do ponto de vista biológico quanto do emocional. Qualquer problema pode ser duplamente agravado, por esse motivo é importante que a gestante tenha sempre um acompanhamento médico. A Dança do Ventre é indicada para as futuras mamães, pois ajuda a reforçar sua musculatura, aumentar a resistência física, elasticidade, flexibilidade do corpo e melhorar o fluxo respiratório. A Dança do Ventre para gestantes tem uma base de movimentos leves, exercícios de respiração e massagem (Drenagem Linfática), desde que com autorização do médico que acompanha a gestante. *BENEFÍCIOS PARA A ALMA DA MULHER* A Dança do Ventre vai abrindo e estimulando cada chakra do corpo, harmonizando e trazendo serenidade. | 
| 
| 
| 
| 
| *O MISTÉRIO DA DANÇA DO VENTRE* As inúmeras imagens relacionadas à dança que foram encontradas em vários sítios históricos e arqueológicos do mundo inteiro representavam a fertilidade da mulher e da Terra. Por ser a mulher a doadora da vida atribuiu-se à Fonte Criadora Universal a condição feminina e a Mãe Natureza ou Mãe Terra tornou-se o primeiro contato da raça humana com o divino desde a época Faraônica seguindo até a época Celta, cujos Druídas veneravam suas Deusas. A dança originou-se há 7.000 anos, aproximadamente. Os primeiros indícios vieram dos Petroglifos (inscrições em rochas e cavernas) descobertos no antigo Egito, feitos há pelo menos 7.000 anos. Segundo historiadores, no Egito pré-dinástico (anterior aos Faraós), essa dança era praticada em segredo por sacerdotisas e por Cleópatra, a chamada filha de Ísis, em devoção a deusa da magia e do mistério, também conhecida como Ísis, Ishtar ou Astarte, representada pela força da Lua manifestando beleza , fertilidade e maternidade. A dança servia para celebrar a vida, nas festas anuais em homenagem à Ísis, as sacerdotisas preparavam a cerimônia de abertura do canal para o plano espiritual, e para o cosmo, por meio de cânticos e da Dança do Ventre. Os passos executados narravam as histórias das Deusas, representavam os quatro elementos da natureza ( terra, água, fogo e ar) e imitavam o movimento de animais como (serpente, gato e camelo) e da natureza (folhas, ondas, árvores e do vento). Na época faraônica no Egito, a Dança do Ventre continuou fazendo parte das cerimônias religiosas, mas acabou chegando a outras comemorações familiares como os nascimentos. Aos poucos, a dança foi deixando de ser exclusividade das sacerdotisas, atingindo todas as mulheres do mundo antigo e atual. Embora a dança seja parte essencial da cultura egípcia. Quanto mais importantes e belas eram as mulheres, mais restritas eram as suas apresentações e mais preservavam corpo feminino, considerado sagrado. Quando os árabes invadiram o Egito, ficaram encantados com a beleza e sensualidade dos movimentos da dança e divulgaram-na por todo o Oriente. A partir de então, nasceu a Dança Oriental ou Raks el Shark, ou Dança do Leste, porque era realizada de frente para onde nasce o sol . Assim, com a influência de outros povos, a dança egípcia perdeu um pouco seu caráter ritualístico, sofrendo até mesmo alterações nos passos e nas roupas. A Dança de Ventre celebra a Deusa o Feminino da Criação, a doçura, a sedução e a magia da mulher. Dançar é o desbloquear das energias sexuais das pessoas mais vinculadas à religiosidade e à transcendência, como ocorria originalmente entre as egípcias da antigüidade, no sentido de aproximar o ser humano da divindade maior. Um dos objetivos é precisamente fazer o corpo da mulher ondular como fazem as serpentes na terra, sinuosamente. Ao ficar em pé todos os movimentos da dançarina ocorrem para torná-la uma chama ondulante, que cresce de baixo para cima, feito uma serpente que se ergue. Movendo sinuosamente o corpo, a mulher-serpente se transforma na expressão da força sagrada, o fogo que tudo transcende e purifica. É ele quem aciona a energia Kundaline (da sexualidade e criação), que se localiza na base da coluna vertebral. Este centro de força, quando estimulado, transportam energia da base da coluna ao topo da cabeça, o que faz com que a pessoa entre em sintonia com seu interior, com sua essência.

§*Ishtar Sahire*§ E-mail: bailarinna@hotmail.com Todos os Direitos Reservados ® | 
| 
| 
| 
| 
| 
*MODALIDADES E ESTILOS* A primeira etapa consiste no aprendizado em se dançar com o véu (espírito), representando o corpo espiritual da bailarina, traduzindo seu emocional pela cor escolhida e seu desempenho com o mesmo, traduzindo sua própria visão e sensação do corpo físico. Nesta fase, o avanço culminará no batismo da bailarina, onde receberá um nome dado por sua professora, com significado místico indicando esta sua posição, numa cerimônia muito bonita com os quatro elementos da natureza presentes, podendo a partir daí se apresentar em público, pois já tem conhecimento para se preservar, protegendo assim sua própria energia exposta. A seguir as outras etapas são: Snujs ( benção): Como as sacerdotisas, a dançarina abençoa e purifica o ambiente onde estiver, através da melodia tocada. É possível conseguir o mesmo efeito com o pandeiro. Bastão ou Cajado ( caminho): Com sabedoria espiritual ela direciona e mostra caminhos. Punhal (transcendência) : Sacrifício de apegos mundanos, transcendendo a própria matéria. Espada ( justiça): Sua origem tem a ver com a chegada dos guerreiros, quando as mulheres pegavam as espadas e dançavam como uma espécie de troféu aos vencedores. Taça ( sabedoria ) : Como o Santo Graal, a dançarina exterioriza a deusa interior, fazendo do seu corpo um veículo sagrado. Castiçal ( luz) : Transforma-se então numa ponte entre os mundos material e espiritual. 7 véus ( mistério) : O número 7 encerra grande mistério: 7 são os chakras, 7 são as cores do arco-íris, 7 são as notas musicais. E para fazer a Dança do Ventre são necessárias 7 virtudes: humildade, perseverança, disciplina, autocontrole, respeito, dedicação e amor. O corpo se divide em 3 partes distintas , mulher, espírito e serpente não devendo nunca ser tocado enquanto dança.
| 
| 
|